Na vida passada, Xu Youyou foi morta por seus próprios familiares e jamais imaginou que renasceria um mês antes do apocalipse. Diante dos iminentes alienígenas, criaturas insetoides, plantas e animais
“Bzzz, bzzz~!”
Xu Youyou estava deitada na cama, ouvindo uma enxurrada ininterrupta de insultos, como se um enxame de moscas zumbisse ao redor de seus ouvidos.
Era irritante além da conta.
“Que incômodo, será que não vão me deixar dormir?” murmurou, mas sua voz saiu fraca como um sussurro de mosquito.
Do lado de fora, a gritaria continuava, como uma melodia infernal atravessando seus tímpanos.
Xu Youyou foi despertando aos poucos, abriu bem os olhos e, através da janela, viu uma mulher gorda como um barril, pulando atrás de um muro enquanto praguejava.
“Família de víboras, ah, pensam que não sei que vocês têm inveja da minha pequena Xiaoyou? Ousam me prejudicar pelas costas, mas não se esqueçam que eu, Zhou, não vou deixar barato!”
“Eu amaldiçoo vocês para que morram mal, que deem à luz crianças sem ânus, que cresçam comendo sujeira...” As palavras cruéis saíam sem filtro.
Meia hora de xingamentos, sem repetir uma frase sequer.
Quando a voz da mulher ficou rouca, um homem ao lado lhe estendeu um copo; ela bebeu a água e retomou a gritaria.
Naquele momento, Xu Youyou sentiu-se um pouco melhor, mas um calafrio percorreu seu peito enquanto examinava o ambiente ao redor.
‘Com todo esse barulho, e se atrairmos criaturas mutantes, o que faremos?’
Ela estava deitada em uma cama limpa, o quarto iluminado, com algumas frutas frescas dispostas sobre a mesa.
A cama macia e o ar puro fizeram-na inspirar profundamente.
Algo estava errado.
Sentou-se de repente, mas uma tontura a lançou de volta ao colchão, com